Stock Car simplifica formato dos treinos classificatórios

A MF2, do Marcio Fonseca, que presta assessoria de comunicação da Medley na Stock Car divulgou um release sobre o novo formato do treino classificatório. Nao tenho que mexer em nada, apenas copiar e colar aqui em baixo para vocês.

SÃO PAULO – Sempre contestado por grande parte de equipes e pilotos, o sistema de treinos classificatórios que vinha sendo utilizado pela Stock Car foi reformulado para a temporada de 2011. O número de sessões cairá de três para duas e o formato de definição de pole usado até o ano passado – a média das três melhores voltas dos seis pilotos mais rápidos do Q2 – foi abolido. Agora, ficou mais simples: quem virar mais rápido na segunda leva. “Esse é o verdadeiro espírito da classificação”, aplaude Marcos Gomes, que volta a correr com patrocínio da Medley depois de dois anos e será companheiro de equipe de Xandinho Negrão na Full Time Sports.

De acordo com o regulamento publicado no site da Confederação Brasileira de Automobilismo, serão duas tomadas de tempo: a primeira, com duração de 20 minutos, classificará os 10 melhores para a segunda e determinará a ordem de largada do 11º ao 32º lugares. Depois de intervalo mínimo de 10 minutos, os carros que continuarem na disputa retornarão à pista para os 10 minutos decisivos do qualifying.

Os circuitos de rua de Ribeirão Preto e Salvador terão um sistema diferenciado: nestas praças, cada piloto terá direito a apenas duas voltas lançadas e a melhor delas valerá para a formação do grid. A entrada dos carros obedecerá à ordem inversa da posição dos pilotos no campeonato – o líder, portanto, será o último a marcar tempo.

O sistema que estava em vigor foi criado com o propósito de aumentar a qualidade do espetáculo, especialmente nas voltas iniciais. Os pilotos do Q3 eram obrigados a largar com o mesmo jogo de pneus dos treinos classificatórios. Já os colocados a partir da 7ª posição poderiam partir com pneus em melhores condições e, dessa forma, evitar a fuga dos ponteiros. Mas a teoria, na prática, não se confirmou. “A vantagem não era tão grande assim. Na verdade, o que movimentou mesmo as corridas foi o botão de ultrapassagem, que aumentava a potência dos motores significativamente. Só que também acabou equilibrando tudo, porque quem estava na frente podia usar o push-to-pass para se defender”, lembra Gomes, que largou duas vezes na frente em 2010.

Marcio explicou direitinho né.

Veja aqui a regra do rebaixamento para 2011.

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