“Pode parar aqui não. É onde eu trabalho”

Ontem, aqui em Ribeirão Preto, eu fui o Cássio Cortes da vez na festa da Red Bull. Meu papel na balada era entrar os jornalistas que confirmaram presença e estavam em uma lista que eu fiz. Mas este meu ‘trabalho’ na entrada conto em outro post o que aconteceu.

Estávamos chegando à balada no meu super Uno Verde. Eu, Victor Martins e Bruno Império. Quando achei um lugarzinho bom na esquina para estacionar. Dei seta e estava estacionando quando percebemos uma moça, morena, peitos fartos, de vestido tubinho, montada no salto. Quando estacionei, veio a frase em minha direção:

– Não pode parar aqui não!!! É onde eu trabalho”.

Só que a voz veio anasalada. Sabe, quando alguém fala chicleteeeee…

Caraca. Era homem. Ou quase um. Mas um homem bonito, com pernas torneadas, belo silicone.

Ele, ou ela, fazia ponto ali na esquina. E eu estacionando o carro, não permitiria que outros parassem ali trocar uma idéia.

É. Ribeirão Preto tem disso também. Como em São Paulo tem ali no Jóquei.

Uns homens diferentes.

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3 respostas para “Pode parar aqui não. É onde eu trabalho”

  1. favarofala disse:

    Ficou animadinho, né Tessari?!?! Gosta mais de Ribeirão agora?

  2. André disse:

    Faltou contar o final da hitória Nei. Qual foi a atitude dos três mosqueteiros a partir da abordagem? hummm.. abraços!

  3. Bruno Império disse:

    Eu ainda me nego a acreditar que era homem.

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