Eu, o Sandro, os primos e a cueca melada


Oi gente. Faz tempo que não conto um Causo do Nei aqui. Vamos lá.

Como muitos sabem eu morei em Piedade, interior de São Paulo, por 18 anos. Depois voltei para São Paulo. Algumas vezes eu voltava para Piedade para ir na baladinha, rever os amigos, as amigas, etc.

Certa vez chamei o Sandro, meu colega de faculdade que mora em Sorocaba, para irmos na Adega, balada da cidade. O Sandro quis ir e ainda chamou dois primos. Sai de São Paulo e fui até Sorocaba. Por algum motivo, que não lembro qual é, não estava de carro. Então pegamos o carro da mãe do Sandro e partimos para Piedade.

Balada legal, paquera daqui, paquera de lá. O Sandro e os primos bebendo todas. Eu, já não bebo quase nada, não iria beber mesmo, já que estava dirigindo e com o carro da mãe do cara.

Quando era umas quatro da manhã decidimos ir embora. Saímos da balada em direção ao estacionamento. Foi quando, na calçada, o Sandro com sua lata de cerveja nas mãos levou um escorregão e caiu de costas no chão. Sabe aquele tombo que você escorrega e as duas pernas vão para cima? Pois é. Foi assim.

O pior.

Ele escorregou porque fizeram uma sacanagem. Jogaram na calcada gordura vegetal. Alguém dos carrinhos de cachorro-quente jogou aquele negocio ali para realmente alguem escorregar. E foi o Sandro.

Não se machucou. Mas ficou inteiro melado e fedido de gordura. Risadas e mais risadas. Chegamos no estacionamento e ficou decidido que o Sandro tiraria toda a roupa e iria apenas de cueca no carro. A roupa suja jogamos no porta-malas.

Partimos para Sorocaba. Eu dirigindo.

Foi quando…

Estava no meio da estrada, quase cinco da manhã, quando vejo uma Brasília bem velha dando seta para entrar no acostamento. Diminui um pouco a velocidade. A Brasília entrou no acostamento e ali ficou parada. Eu então voltei a velocidade que estava. Foi quando o %$%#$%& do dono da Brasília entrou na estrada para fazer um retorno. Na minha frente!

Enfiei o pé no freio e o carro saiu arrastando. No instinto puxei o freio de mão. Pronto. Saímos rodando, rodando, rodando, e paramos no acostamento. A Brasília, vendo a cagada que fez, foi embora.

Silencio por alguns segundos no carro. A pergunta se todos estavam bem e pronto. Risos e gargalhadas da situação. Menos o Sandro. Ali. Quieto. Sem abrir a pouco. Perguntei se estava tudo bem com ele, e disse que sim. Mas ele estava estranho. Foi quando confessou:

– Vocês imaginaram se a gente bate com esta Brasília?

Realmente seria uma tragédia. Acho que morreríamos todos na hora. Eu devia estar uns 120 km/h.

Falei que realmente seria horrível se acontecesse isso. Ai o Sandro continuou:

– O pior seria depois contarem para os meus pais que no acidente tinham quatro homens. Sendo que um deles estava só de cueca e todo melado!! E era eu!

Risos e gargalhadas imaginando a situação. O problema do Sandro era como explicar isso depois! Lá do céu teria que provar que estava de cueca porque escorregou na gordura.

Só tenho uma coisa para dizer ao Sandro:

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3 respostas para Eu, o Sandro, os primos e a cueca melada

  1. Tontoooo… Tem um monte de inverdade aí… huahuauhahua

  2. zelia disse:

    Sandro é a verdade pura e crua, heheheheehh

  3. erick cristiano disse:

    ia ser uma grande historia

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